Desenho Lógico
la-historia-es-nuestra:

Eu voto em quem nunca desistiu do Brasil.
E por consequência, voto na mulher que entregou parte da sua juventude em favor da liberdade e da democracia.
Voto na mulher que lutou ativamente contra a ditadura militar. Na mulher que permaneceu presa dos 19 aos 21 anos. Na mulher que não entregou os companheiros nem mesmo na tortura.

Voto na mulher que encara o inquiridor sem desviar o olhar. Na mulher que não deu as costas ao povo.
Voto na mulher que instalou a Comissão da Verdade e que esta ajudando o Brasil a fazer as pazes com o seu passado.
E acima de tudo, voto no projeto que deu dignidade ao povo brasileiro pela primeira vez em 500 anos. Na revolução democrática que tirou 36 milhões de brasileiros da pobreza extrema e que erradicou a fome.
Voto no menor nível de desemprego, no Mais Médicos e no Bolsa Família. Nas 18 universidades construídas e nos 7,3 milhões de alunos no ensino superior.
Voto no FIES, no PRONATEC, no Ciências Sem Fronteiras e, muito especialmente, no PROUNI.
Voto na mesma mulher que votam, Chico Buarque, Leonardo Boff, Luís Fernando Veríssimo e Ziraldo.
Voto na esperança pra vencer o medo.
Voto pelo Brasil, pela igualdade e pelo trabalhador.
Voto em Dilma Rousseff, presidenta do Brasil.
O essencial é a contingência. O que quero dizer é que, por definição, a existência não é a necessidade. Existir é simplesmente estar presente; os entes aparecem, deixam que os encontremos, mas nunca podemos deduzi-los. Creio que há pessoas que compreenderam isso. Só que tentaram superar essa contingência inventando um ser necessário e causa de si próprio. Ora, nenhum ser necessário pode explicar a existência: a contingência não é uma ilusão, uma aparência que se pode dissipar; é o absoluto, por conseguinte a gratuidade perfeita. Tudo é gratuito: esse jardim, essa cidade e eu próprio. Quando ocorre que nos apercebamos disso, sentimos o estômago embrulhado, e tudo se põe a flutuar como outra noite no Rendez-vous des Cheminots: é isso a Náusea; é isso que os Salafrários – os do Coteau Vert e os outros – tentam esconder de si mesmos com sua idéia de direito. Mas que mentira pobre: ninguém possui o direito; eles são inteiramente gratuitos, como os outros homens, não conseguem deixar de se sentir demais. E em si mesmos, secretamente, são demais, isto é, amorfos e vagos, tristes.
Jean-Paul Sartre, "A Náusea".(pág.193)

(Source: oxigenio-dapalavra, via oxigenio-dapalavra)

loftcultural:

Tarsila do Amaral - Os Operários (1933)

Akói eporombo’erõ, embo’e oñemoherã haguã po rembo’evagui.

(Sempre que ensinar, ensine a duvidar do que é ensinado)

- Provérbio Guaraní

(Source: the-seraphic-book-of-eloy)

la-historia-es-nuestra:

Covas, Lula e Brizola. Na época que lutavam pela mesma coisa: Democracia.

clinicamentemuerto:

Los Kjarkas - Tuna Papita /T’inku)

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